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Eventos

Nos 60 anos da Unicamp, mesa debate a Greve de 2016 e as lutas por ingresso e permanência


A atividade abre a Calourada Negra 2026 e integra as comemorações dos 60 anos da Universidade.

A Unicamp e o Núcleo de Consciência Negra (NCN) realizam, no dia 17 de março, a partir das 17h, no Teatro de Arena, a mesa “A Greve de 2016 e as lutas por ingresso e permanência”. O encontro vai relembrar a mobilização de 2016 e discutir seus conflitos, articulações e conquistas, com foco nas políticas de ações afirmativas e na implementação das cotas. O debate também destaca o papel da mobilização estudantil, da comunidade universitária e de movimentos sociais na ampliação do acesso e no fortalecimento das políticas de permanência na universidade.

A mesa abre a Calourada Negra 2026, série de eventos organizada pelo NCN e pela Unicamp para acolher estudantes ingressantes e valorizar trajetórias, identidades e experiências da população negra na universidade.

A atividade também faz parte da programação dos 60 anos da Unicamp, em especial das ações do Subgrupo Autonomia Universitária e Compromisso Democrático. No ano do aniversário da instituição, o evento propõe uma reflexão sobre o papel da universidade pública na consolidação da democracia no ensino superior brasileiro. Nesse contexto, temas como democratização do acesso, autonomia universitária, diversidade e ações afirmativas ganham destaque, reforçando que uma universidade pública inclusiva e socialmente comprometida é resultado de processos históricos de debate, mobilização e participação coletiva.

O encontro contará com falas de participantes ligados a movimentos e coletivos estudantis e terá apresentações culturais e artísticas. Estão confirmadas as presenças de Bruno Nzinga (NCN), Rafaela Kennedy (Ateliê TRANSmoras), professora Lucilene Reginaldo (IFCH/Unicamp) e Poli Salles (Grupo Urucungos). A programação artística inclui apresentações do Grupo Urucungos, Puítas e Quijengues, Avuô – Casa de Capuêra, Escola Praia de Amaralina e Formigas Pretas, destacando expressões culturais afro-brasileiras e seu diálogo com as lutas por democratização do ensino superior.

Ao unir debate acadêmico, memória política e intervenção artística, a atividade reafirma o compromisso da Unicamp com a ampliação do acesso, a permanência estudantil e a construção de uma universidade democrática, diversa e socialmente comprometida.

Nos 60 anos da Unicamp, mesa debate a Greve de 2016 e as lutas por ingresso e permanência
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